
Douglas Figueira
Formado em História pela Universidade Federal do Paraná, o artista constrói sua prática a partir do encontro entre pensamento teórico e intuição. É na pesquisa, no erro e no acerto, que sua obra se desenha — atravessada por leituras, silêncios e impulsos que transformam reflexão em gesto pictórico.
Sua trajetória inclui participações em exposições coletivas como “Três pedras n’água para um círculo perfeito” (SESC Paço da Liberdade, 2020), “Meia luz” (Projeto 75m², 2019–2020), “Sobre o que escapa” (Galeria Ponto de Fuga, 2021), além de “Conheça” (MuMA, 2022), “Maus Pensamentos” (SESC Paço da Liberdade, 2023) e “Sobre a cor e o corpo”(MuMA, 2024).
Atualmente, sua produção se dedica às investigações da teoria da cor como território sensível, onde memória e presença se confundem e a saudade surge não como ausência, mas como matéria. Entre a pintura e o ensino de História para crianças e adolescentes, o artista sustenta um percurso em que aprender, lembrar e criar fazem parte do mesmo movimento.













































































